Segundo o advogado que representa Virgínia, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) manteve a decisão contra a instituição, que demitiu a funcionária após as suspeitas de crimes.
Virgínia Soares de Souza foi inocentada, em abril, da acusação de antecipar a morte de oito pacientes internados no hospital.
O Ministério Público do Paraná promete recorrer contra a decisão que inocentou a ex-chefe da UTI do local. (Com Band)