O homem suspeito de matar Juliano Schina dos Santos, de 32 anos, em Três Barras do Paraná, apresentou-se à Polícia Civil nesta quarta-feira (16). Ele estava foragido e teve o mandado de prisão cumprido.
O homicídio ocorreu em 17 de dezembro de 2025, na Avenida Brasil. Segundo a Polícia Civil, o investigado é ex-sogro da vítima e a motivação estaria relacionada a uma suposta agressão cometida por Juliano contra a filha do suspeito horas antes.
Na tarde desta quarta-feira, o homem compareceu à delegacia acompanhado de um advogado. A equipe da Delegacia de Polícia de Catanduvas formalizou o cumprimento da ordem judicial.
Câmera registrou o homicídio
Na época do crime, a equipe de reportagem do Catve.com teve acesso às imagens de uma câmera de monitoramento que registrou o assassinato.
O vídeo mostra Juliano, o suspeito e uma mulher conversando em frente ao imóvel. Antes dos disparos, é possível ouvir uma discussão:
— "Por que você bateu na minha filha?", questiona o homem.
— "Eu não bati na sua filha", responde Juliano.
— "Bateu, sim", afirma a mulher.
Na sequência, o homem saca uma arma e dispara pelo menos quatro vezes contra Juliano, que morreu no local.
Após o crime, as imagens mostram o grupo deixando o local em um Fiat Palio.
O suspeito permaneceu foragido até se apresentar à Polícia Civil. Com o cumprimento do mandado, ele fica à disposição da Justiça.
Por - Catve
Na noite de segunda-feira (10), por volta das 21h32, a equipe da Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de tentativa de roubo.
No local, a vítima relatou que dois indivíduos anunciaram o roubo e simularam estar armados. Ao tentar fugir para o interior do estabelecimento, um dos autores efetuou um disparo de arma de fogo em sua direção.
Durante a fuga, foi realizado outro disparo, após o qual os indivíduos tomaram rumo ignorado. Durante as diligências, foram localizadas duas cápsulas deflagradas de munição calibre 9 mm, que foram recolhidas e preservadas para encaminhamento.
Foram realizadas buscas nas proximidades e nas possíveis vias de fuga, porém os autores não foram localizados.
Diante dos fatos, foi confeccionado o boletim de ocorrência e os objetos encontrados foram encaminhados à Polícia Civil para as providências cabíveis.
Um homem foi preso após resistir a uma abordagem da Polícia Militar na noite de domingo (9), em Três Barras do Paraná, no Oeste do estado. A ocorrência foi registrada por volta das 20h30, na Rua General Olivério.
Durante patrulhamento, os policiais avistaram um casal já conhecido por envolvimento com o tráfico de drogas. Ao perceber a presença da viatura, o homem demonstrou nervosismo e foi visto colocando algo dentro da cueca, o que motivou a abordagem.
Durante a revista, os policiais encontraram um dichavador e papel de seda. O homem desobedeceu às ordens da equipe e resistiu à abordagem. Ele negou estar com qualquer objeto ilícito e, quando foi orientado a mostrar o que havia escondido, tentou fugir a pé.
O suspeito foi contido pelos militares, mas, durante a resistência, tentou tomar a arma de um dos policiais. Para contê-lo, a equipe utilizou técnicas de imobilização, spray de pimenta e, posteriormente, dispositivo de eletrochoque (taser). O homem foi algemado.
Familiares chegaram ao local e, segundo a PM, passaram a tumultuar a ocorrência. A mãe do abordado agrediu um dos policiais e tentou impedir a ação da equipe. Ela também foi detida após tentar fugir da viatura.
O homem foi levado ao hospital para atendimento médico. Durante o procedimento, os profissionais constataram a presença de uma substância semelhante à cocaína em seu nariz. Em uma busca minuciosa, os policiais encontraram ainda um invólucro com cocaína escondido na cueca.
O homem e a mulher foram encaminhados à Delegacia de Polícia. Posteriormente, o suspeito foi levado ao Hospital Universitário de Cascavel para atendimento especializado, acompanhado por uma equipe de apoio.
Por - Catve
Na noite de quarta-feira (22), por volta das 18h40, após denúncia anônima de que o proprietário de um bar portava uma arma de fogo, a equipe da Polícia Militar realizou diligências no local.
Durante buscas foi localizada uma espingarda calibre .32 com numeração ilegível, além de munições dos calibres .32, .38, .22, .28, .36 e .20 GA, sendo 180 munições intactas e outras seis deflagradas, bem como pólvora, espoletas e chumbo para recarga. Questionado o abordado, homem de 60 anos, informou não possuir registro ou autorização para a arma e demais materiais.
Diante dos fatos, recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Quedas do Iguaçu, juntamente com os objetos apreendidos, para as providências legais cabíveis.
Um homem foi preso na madrugada deste sábado (18), por volta das 3h15, em um estabelecimento comercial localizado às margens da PR-471, após denúncias de tumulto e de que ele estaria armado no local.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada e, ao chegar, localizou o suspeito no estacionamento, no momento em que entrava em seu veículo. Durante a busca no automóvel, foi encontrado um revólver calibre .32 carregado com cinco munições intactas.
O homem informou aos policiais que não possuía registro da arma e alegou que ela havia sido herdada de um familiar. Ele recebeu voz de prisão por posse irregular de arma de fogo. Houve breve resistência durante a abordagem, sendo necessário o uso de algemas para garantir a segurança da equipe e do próprio conduzido.
O detido, juntamente com a arma e as munições apreendidas, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as medidas legais cabíveis.
Na tarde de segunda-feira (13), por volta das 17h40, após denúncia de disparos de arma de fogo em propriedade rural, a equipe da Polícia Militar deslocou-se ao local, onde o proprietário da residência confirmou os fatos.
Durante as buscas, foi localizada uma espingarda calibre .36, com numeração ilegível, e quatro munições, sem documentação. Diante da posse irregular da arma de fogo, foi dada voz de prisão ao homem de 60 anos, que foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com a arma e as munições apreendidas.
Também foi verificada outra residência, onde todas as armas encontradas estavam devidamente registradas, não sendo constatada qualquer irregularidade.




























