O Sicredi, instituição financeira cooperativa com mais de 3,3 milhões de associados em todo o Brasil, acaba de disponibilizar R$ 12,5 bilhões em crédito pré-aprovado para os associados dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, nesses três últimos meses de 2016.
A campanha "Acreditar", composta por filmes de TV, spots de rádio e peças de web e impresso, acaba de ser lançada para motivar as pessoas, nesse momento de incerteza econômica. A intenção do Sicredi é fomentar o mercado, para que a "roda dos negócios" volte a girar, propiciando emprego, renda e movimente de maneira efetiva a economia.
Ações como essa fazem a diferença tanto para pessoas físicas como jurídicas, em especial para as micro e pequenas empresas, que são o foco de atuação do Sicredi. Para Claudinei Gonçalves Cordeiro, produtor de hortaliças orgânicas em São José dos Pinhais (PR), que utiliza crédito tanto para sua empresa como em sua conta pessoal, a facilidade e a consultoria que o Sicredi oferece são diferenciais que ajudam de maneira efetiva. “A economia atual não permite que a gente guarde um grande capital, então o jeito é apostar em crédito para trocar de carro, melhorar a casa ou conseguir pagar as contas extras de fim de ano”, explica Cordeiro.
Há 10 anos ele se mudou de Santa Catarina para o Paraná, com o intuito de recomeçar do zero. Atualmente, emprega mais de 40 pessoas e exporta sua produção para outros estados. Apesar da estabilidade do mercado de orgânicos, na hora de adquirir bens pessoais o empresário recorre à linhas de crédito.
Na opinião do diretor executivo da Central Sicredi PR/SP/RJ, Maroan Tohmé, dar crédito significa acreditar em ideias e projetos que alavancam a economia local. “Planos e sonhos que podem parecer distantes, às vezes precisam apenas de um parceiro que apoie a ideia. E essa é a missão do Sicredi. Praticamos taxas justas e parcelas que cabem no bolso dos associados", ressalta.
Cordeiro é um bom exemplo de quem opta pelas cooperativas de crédito para fugir do círculo vicioso que se tornou o cenário econômico atual. A recessão freia a economia e aumenta a inadimplência. Com isso, as taxas de juros tendem a subir e a concessão de crédito se torna mais rígida e difícil, potencializando a crise. Enquanto a oferta de crédito mal acompanha a inflação e apresenta sinais de retração, instituições financeiras cooperativas, como o Sicredi, vão na contramão e oferecem alternativas para quem precisa de suporte nos momentos de dificuldades.
Por assessoria