De acordo com a imprensa do país, a história inusitada começou quando o amigo de Cato deixou o aparelho cair no vaso ao mexer nele enquanto urinava. Como o local não dá para um esgoto - já que é um banheiro construído em cima de um grande tanque, que armaneza os resíduos, e é esvaziado anualmente - eles tiveram a ideia: o mais magro entraria e pegaria o celular.
"Eu obviamente era magro o suficiente para entrar, mas não o bastante para sair de lá", afirmou ele ao jornal local "Drammens Tidende". "Eu fiquei preso ali por cerca de uma hora, e foi muito desagradável".
Cato ainda acrescentou, ao jornal local VG, que entrou em pânico com a situação porque odeia espaços pequenos e, além disso, havia muitos bichos no local.
Diante do confinamento sem solução, o amigo de Cato ligou para a emergência para pedir ajuda. Os bombeiros foram até o local - uma espécie de casinha pública com banheiro -, quebraram o vaso e, em dez minutos, o rapaz estava de volta à superfície.
Ele sofreu ferimentos nos braços e disse acreditar ter sido mordido pelos bichos com quem dividiu o local. Levado a um hospital, Cato teve as feridas lavadas, recebeu medicação e passa bem, apesar das dores no corpo. Ele prometeu que jamais voltará a entrar em um local daqueles. (Com Rede TV)