O Museu Oceanográfico da Universidade Federal do Rio Grande (UFRG) realizou uma autópsia que apontou que a causa da morte do animal foi natural e não teve qualquer tipo de interferência humana.
O golfinho-de-óculos costuma habitar regiões frias da Antártica, e sua aparição na costa brasileira é considerada rara. (Com Rede TV)