A ativista de 44 anos iniciou seu protesto em 5 de novembro de 2000, três dias depois de soldados indianos assassinarem dez civis que estavam na povoação de Malom, no estado de Manipur, como represália por um ataque à bomba contra uma base militar.
Processada diversas vezes por "tentativa de suicídio" ao permanecer sem alimentar-se durante 5.757 dias, Shamila foi detida e alimentada à força por uma sonda nasal.
"Estão me chamando de Mulher de Ferro e quero manter este nome lutando pelas pessoas que acreditam em mim", afirmou ela. (Com Band)