Terça, 09 Agosto 2016 14:50

Final do rúgbi teve pedido de casamento emocionante

Era uma final olímpica e estava sendo entregue o primeiro ouro do rúgbi em 92 anos.

 

Mas a maior salva de palmas ouvida no Estádio de Deodoro foi para Marjorie Enya e Isadora Cerullo, protagonistas da primeira proposta de casamento pública da Olimpíada.

 

O pedido, que ocorreu após a entrega de medalhas do rúgbi de sete feminino, foi notícia em jornais de todo o mundo.

 

Enquanto a Austrália celebrava a vitória sobre a Nova Zelândia, Enya, uma voluntária que trabalhava no estádio, entrou no campo, pegou o microfone e declarou seu amor a Cerullo, jogadora de rúgbi da seleção do Brasil. A reação não deixou dúvidas sobre a resposta.

 

As duas se abraçaram sob aplausos de torcedores e jogadores.

 

"Assim que soube que ela seria parte da seleção, pensei que tinha que fazer isso (o pedido) de forma especial", disse Enya à BBC.

 

"Sabia que as pessoas do rúgbi são espetaculares e que aceitariam fazer parte do momento", explicou, dizendo que não ficou nervosa ao pedir em casamento a parceira de dois anos em frente a tanta gente.

 

"Ela é o amor da minha vida."

 

Cerullo, 25, três a menos que Enya, é jogadora do Brasil, que ficou em nono lugar na primeira vez em que o rúgbi de sete (com sete jogadores) foi disputado em Jogos Olímpicos. Com a posição, o Brasil se classificou para a próxima temporada do Campeonato Mundial.

 

"Pode parecer que estamos chegando ao fim de alguma coisa, ao fim dos Jogos Olímpicos, mas para mim é o começo de uma vida com alguém. Quis mostrar às pessoas que o amor ganha", disse Enya.

 

Cerullo, que tem dupla nacionalidade - brasileira e americana -, cresceu na Carolina do Norte (EUA) e nunca havia morado no Brasil até se mudar para São Paulo com Enya, para buscar um lugar na seleção feminina de rúgbi e participar dos Jogos. (Com UOL)

 

 

 

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