"Todos os dias, praticamente, por volta das 19 horas eu recebo um e-mail do Jornal Nacional, com uma matéria pronta de cinco minutos, e eu tenho apenas uma nota para soltar, para pegarem uma frase dela e colocar (no ar). Não se dignam sequer a tomar a minha versão da mesma forma que tomam as acusações. Tem alguns algozes meus que são frequentadores do Jornal Nacional. Já são quase repórteres adjuntos. Todos os dias são escalados em rodízio para poder falar", reclamou.
A edição do JN desta terça, exibiu uma matéria de aproximadamente quatro minutos sobre o ressurgimento de Cunha. A repórter Zileide Silva mostrou uma manifestação contra o político em frente a um hotel e o protesto de parlamentares, no plenário, pelo fato de a entrevista ter sido transmitida ao vivo pela TV Câmara.
As críticas feitas à Globo não foram citadas. Em nota divulgada no último dia 10, o deputado afirmou que a emissora agiu com "animosidade" ao reportar as acusações da Operação Lava Jato contra sua mulher, Claudia Cruz, ex-apresentadora do Jornal Hoje.
Em 2001, a jornalista entrou com um processo contra a Globo, depois te não ter seu contrato renovado. O resultado foi o pagamento de uma indenização milionária à Claudia.
Em 2015, a mulher de Cunha usou as redes sociais para alfinetar a Globo. Ela assumiu ter mágoa por ter sido "apagada da história" da emissora. A ex-âncora não foi citada em nenhuma das festividades dos 50 anos do canal. Porém, ela ressurgiu na mídia e ficou famosa pelos escândalos envolvendo sua família. (Com Terra)