Depois de toda essa pesquisa, eles descobriram que o músico era um barítono (voz masculina intermediária, entre o baixo e o tenor), apesar de ser conhecido como um tenor. Gravações do cantor mostraram que ele tinha a capacidade de mudar facilmente entre um registro mais grave e outro mais agudo.
Em outra parte do estudo, os cientistas filmaram a laringe do cantor dinamarquês Daniel Zangger-Borch enquanto ele imitava a voz de Freddie. O intuito era observar como o vocalista do Queen, na época, alcançava seus famosos grunhidos e vibratos.
Foi descoberto, então, que as pregas ventriculares do cantor vibravam junto com as pregas vocais, algo impossível para a maioria dos humanos. Além disso, as cordas vocais de Mercury vibravam mais rápido do que de outras pessoas e a onda causada pelo vibrato era mais intensa do que a do cantor de ópera Luciano Pavarotti.
O músico, que morreu em 1991, é considerado um dos melhores cantores de todos os tempos. (Com Portal Terra)