O órgão entrou em contato com a direção do hospital neste fim de semana e recebeu a informação de que o casal de gêmeos nasceu prematuro, com 7 meses, e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado.
A direção do hospital de Jutaí declarou que "a falta da máscara de venturi – que não estava disponível na unidade e que foi substituída pelo material improvisado de garrafa PET – não teria contribuído para o óbito do bebê".
O menino, que foi submetido aos mesmos procedimentos da irmã, já recebeu alta. Uma equipe da Secretaria-Adjunta de Atenção Especializada do Interior foi à cidade nesta segunda dia 1º, para investigar o caso e adotar as medidas cabíveis.