Terça, 01 Agosto 2017 14:59

Após cobrança de bagagem, aéreas não baixam preço

Após a cobrança da chamada "franquia de bagagem" por parte das companhias aéreas, em maio, o preço dos tíquetes não foi reduzido, o que eleva o custo de uma viagem de avião para o consumidor final.

 

A reportagem pesquisou preços de trechos a partir de Salvador e comparou com os mesmos preços praticados há três meses, quando ocorreu a mudança.

 

De acordo com a advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Cláudia de Moraes Pontes Almeida, a cobrança dos mesmos preços não é ilegal e a resolução da Anac dá autonomia para as empresas definirem o valor do serviço, ainda que o mercado reconheça nessa prática o chamado cartel.

 

"Não dá para dizer que as empresas têm de cobrar preços diferentes. Não existe uma ilegalidade nesse fato, mas existe sim a necessidade de o consumidor ter atenção porque é só uma aparência de que os preços são iguais em todas as empresas, mas não são", afirmou Cláudia Almeida.

 

 

Atenção

 

Cláudia também explica que, apesar de parecer o mesmo preço, é preciso prestar atenção nas diferenças de valor de acordo com o momento da compra do serviço e em caso de excesso de peso, por exemplo.

 

"O consumidor precisa ficar atento. Existe a aparência de que é tudo igual, mas na verdade não é. Os R$ 30 são só na compra da primeira bagagem, via online e com antecedência. Depois desse primeiro momento, existem muitas mudanças e o consumidor precisa ir além ao analisar o que ele vai precisar", orienta a advogada do Idec. (Com UOL/A Tarde.)

 

 

 

Veja também:

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    A petição foi criada, originalmente, em março de 2013.

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