Sexta, 01 Abril 2016 11:25

Saiba a origem do '1° de abril' e entenda os motivos que levam alguém a mentir

Tradicionalmente no dia 1° de abril é comemorado o dia da mentira, mas você sabe a origem dessa data? São muitas explicações sobre isso, mas a mais aceita é a de que o dia da mentira surgiu na França, no século XVI

 

De acordo com a revista Mundo Estranho, o ano novo, naquela época, era comemorado em 25 de março e a data incluía trocas de presentes e animadas festas. Contudo, o papa Gregório XIII instituiu um novo calendário para o mundo cristão, chamando-o de calendário gregoriano, que transferia o ano novo para o dia 1° de janeiro. 

 

Esse calendário só foi aceito pelo rei da França dois anos depois e, mesmo assim , alguns 'apegados' à data continuavam comemorando o ano novo conforme o calendário antigo. Então começou uma brincadeira e pessoas começaram a ridicularizá-los chamando-as de 'bobos de abril' e dando presentes estranhos como convites para festas que não existiam. A partir daí isso foi difundido, virando tradição no mundo todo. 

 

Mas o que pode ser considerado brincadeira para alguns, se torna um grande problema para outros, que às vezes, precisam de acompanhamento psicológico. Seja qual for o seu caso, deve haver o máximo de cuidado com a mentira, pois ela pode trazer consequências muito desagradáveis para sua vida. 

 

Os motivos para mentir são vários que, de acordo com a especialista Susi Andrade, vão desde uma pessoa insegura para lidar com alguma situação e também aqueles que querem se sobressair em alguma situação. 

 

Existem, para a psicóloga, inúmeros motivos que explicam a mentira vinda das crianças. Na maioria das vezes é por medo de serem repreendidos ou receberem castigos. "Crianças não tem a personalidade formada ainda. É natural que elas imitem certos comportamentos. Em casos assim o ideal é que haja uma conversa tranquila sobre o assunto, de forma a apontar os males de quem mente muito. Histórias como Pedro e o lobo, Pinóquio podem ilustrar os riscos de mentir", afirma Susi. 

 

No caso da mentira virar hábito, é necessário que a família preste atenção nas atitudes da pessoa. "A mentira patológica pode ser identificada através de histórias fantásticas ou por mentiras simples, porém frequentes. Nestes casos o ideal é que a pessoa busque um tratamento psicológico", finaliza a profissional. (Com Bonde)

 

 

 

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