Tudo, no entanto, segundo fortes rumores de bastidores, se resume a velha e conhecida condição do "ele ou eu". O Sterblitch só concordará em voltar se Allan Rapp deixar a direção do programa.
Mesmo não sendo um mal exclusivo da televisão, nela, a questão da "fogueira das vaidades" arde muito mais e já fez, com a tendência de continuar fazendo, numerosas e lamentáveis vítimas rangerem os dentes.
Neste episódio do Sterblitch com o Rapp, se tudo isso estiver existindo, como lado bom, o jogo é claro. Não há hipocrisia. No entanto, são inúmeros os casos dos que fazem por trás e só sobrevivem às custas de suas injúrias e difamações. Mentem, descaradamente plantam inverdades e vendem até a própria alma ao diabo para manter as suas posições e seus salários, com os prejuízos que são sempre inevitáveis. As variações na forma de agir obedecem variáveis, em comum apenas a preocupação em não deixar por perto os que são verdadeiramente do bem. Aqueles sabem e querem trabalhar como se deve.
Muito pior, porém, são os que fazem vistas grossas a este tipo de gente. No mínimo, há a conivência.
Outro lado
Durante toda esta segunda-feira, a coluna se preocupou em ouvir do "Pânico" a sua versão para o assunto colocado acima.
Nenhuma manifestação chegou até o nosso fechamento.
Passou do ponto
O "Fantástico" já foi mais fantástico. Ou mais exigente com o que coloca no ar.
Transformar em matéria do programa uma viagem do Wesley Safadão aos Estados Unidos superou todos os limites do aceitável. Nem o "TV Fama" chegou a tanto.
Baralho
Embora um pouco tarde, finalmente nas transmissões do futebol não existem mais microfones na frente dos treinadores.
Algo que vem atender a todos. Não somos mais obrigados a ouvir o que não precisamos e eles podem se expressar à vontade.
Mudando
Luciano Borges, com passagens em várias TVs, está trocando o BandSports pela ESPN.
Será peça importante na planificação da cobertura da Olimpíada.
Não precisava
Alguém, com uma carreira constituída há tantos anos e reconhecida pela sua capacidade, como é o caso da Glória Pires, jamais poderia passar por tamanho constrangimento, como foi a sua participação na transmissão do Oscar.
Por que aquilo? O tempo todo ela passou a impressão que não queria estar lá. (Com Uol)