Para chegar à 'moral da história' os convidados tiveram que observar algumas fotos de pessoas e responder o que acharam delas.
Eles opinaram sobre o que elas possivelmente faziam, gostavam ou como se comportavam. O experimento mostra que bastam poucos segundos para que o preconceito apareça. Um homem de barba comprida e jaqueta de couro, por exemplo, recebeu a seguinte avaliação: "Eu duvido que ele trabalhe. E se trabalha mesmo, deve ser em uma banda de rock ou punk". Já uma senhora de óculos e cardigã recebeu a avaliação de que "não é muito forte e não deve ser muito ativa. Ela gosta de tricotar e costurar".
Após opinarem, os participantes foram surpreendidos por imagens que mostravam, de fato, o que casa um dos 'rotulados' era e fazia. Em seguida, os convidados ficaram frente à frente com as pessoas que haviam julgado apenas pela aparência.
As reações você confere no vídeo abaixo: