Eles avaliavam de 0 a 10 as emoções provocadas por cada uma das 40 imagens selecionadas pelos cientistas. A seleção de fotos variava entre crianças chorando, desnutridas, paisagens de campo, cachorros e crianças brincando.
Os pesquisadores constataram que os pacientes que estavam sob efeito do paracetamol não conseguiam classificar as imagens com extrema felicidade ou extrema tristeza, totalizando 5,85 no resultado final. Já os que receberam o placebo conseguiram expressar de forma mais intensa o que sentiam, finalizando o teste com 6,75.
Com isso, os cientistas concluíram que o medicamento também pode limitar a alegria dos pacientes.