"Minha primeira vida me permitiu vencer nesta segunda. Se eu não tivesse sido Brigitte Bardot e ficado conhecida em todo o mundo, nunca teria feito um décimo do que eu faço agora pelos animais", disse ela à AFP.
Em 1956, ela estrelou o filme do cineasta Roger Vadim (seu marido na época) "E Deus Criou a Mulher". Nos Estados Unidos, alguns estados chegaram a proibir a exibição do longa, por causa de uma cena que mostrava ela dançando enquanto uma longa saia se abria até a cintura.
Ela tornou-se mito e até hoje é lembrada como uma das mulheres mais belas do mundo. (Com AFP/UOL)