De acordo com o professor Antônio Araújo Sobrinho, presidente da Associação Norte-Riograndense de Astronomia (ANRA), a Lua possui uma órbita elíptica pela qual ela gira em torno da Terra, em um ciclo aproximado de 28 dias. "Esse processo é chamado de revolução e conforme ele vai se dando, a distância entre o nosso planeta e seu satélite vai variando. O ponto mais distante desta órbita em relação à Terra é chamado de apogeu [406 mil quilômetros], enquanto o menor é o perigeu [356,8 mil quilômetros], por qual o satélite passará neste dia 10", explica ele.
O melhor momento para observar o fenômeno, segundo Araújo, será no início da noite.
Nos dias 11, 12 e 13 será a vez da chuva de meteoros perseídas ser observada no céu. Ao contrário da chuva de meteoros delta aquarídeas austrais, que ocorreu no final de julho, esta deve ser bastante intensa. Conforme dados da Agência Espacial Norte-Americana (NASA), o pico da chuva de meteoros perseídas deve produzir cerca de 80 meteoros por hora, incluindo bolas de fogo.
O professor ressalta, porém, que em algumas áreas a lua poderá atrapalhar a observação deste outro fenômeno ao ofuscar com seu brilho intenso a visualização dos meteoros.
Com informações, Radio Educadora.