Sem saídas de emergência e com o pânico instalado, a maioria daqueles jovens morreu por asfixia e outros que tentaram ajudar, após inalar os gases tóxicos produzidos pela queima das espumas, sofrem os efeitos até hoje.
A tragédia que comoveu o Brasil serviu como um alerta as autoridades competentes para voltarem as “grossas vistas” que pouco enxergavam até então, para a falta de cuidado e a negligência com a segurança de locais de grande aglomeração de pessoas. Casas de shows e bailes foram vistoriados e para reabrir as portas, tiveram que se adequar a algumas exigências, já de outrora, mas que após a tragédia na kiss voltaram a tona como se fossem atuais.
O fato é que pouca coisa mudou, e não só em casas de shows ou locais de eventos com aglomeração de pessoas, precisamos adotar uma prática mais preservacionista, que deve partir de cada um de nós, a exemplo de países mais desenvolvidos econômica e culturalmente. Com informações Bem Paraná.