A última vez que a criança foi vista ela estava dentro do próprio quarto na casa onde mora com a família. Esta semana, a polícia civil pediu pediu a prisão temporária da mãe e do padrasto de Joaquim.
O desaparecimento do menino foi percebido pela mãe, Natália Mingoni Ponte, quando foi dar insulina à criança. O garoto tem diabetes. Na manhã da última quarta-feira (6), a mãe e o padrastro estiveram na DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão Preto prestando depoimento.
A suspeita é que o padrasto do garoto tenha envolvimento com o desaparecimento. Ele é usuário de drogas. O homem contou à polícia que saiu de madrugada para comprar droga e, quando voltou, o garoto ainda estava na casa.
A mãe disse que a porta do corredor estava aberta, mas o portão da frente estava trancado. A polícia vasculhou até o telhado da casa. Os peritos não encontraram marcas de violência no quarto da criança. O Corpo de Bombeiros também ajudou nas buscas. A suspeita era de que o menino pudesse ter caído em um córrego da região.
Somente a mãe e o padrastro do menino estavam na casa na noite anterior ao desaparecimento. A diabetes do garoto foi descoberta há poucos meses. Ele depende da aplicação de insulina. O pai biológico, que mora em São Paulo, foi à Ribeirão Preto acompanhar as investigações.
O corpo de Joaquim foi levado para o IML de Barretos, onde passará por exames. Ainda não há informações sobre o local e horário do enterro.
Fonte - R7