As imagens seriam captadas dentro das capelas onde os corpos são velados e transmitidas em tempo real para a internet. Teria acesso à transmissão, explica Chico do Uberaba, somente as pessoas que tivessem autorização da família. O controle seria feito mediante a distribuição de senhas de acesso. “A transmissão dependeria do aval da família”, frisa o vereador.
“Nos Estados Unidos e no Japão já existe o 'velório virtual'. É um serviço usado por famílias que possuem parentes morando em locais distantes, que não podem se deslocar até o sepultamento. Os vídeos poderiam ser acessados até 15 dias depois do funeral, para membros da família”, sugere Chico do Uberaba.
Depois de lida em plenário, que é a primeira etapa no trâmite de um projeto de lei em Curitiba, ela segue para instrução da procuradoria jurídica. A instrução indicará por quais comissões o projeto deve passar antes de ser votado em plenário, além de apresentar uma análise prévia da constitucionalidade da proposta, que depois será verificada na Comissão de Legislação.
Via Bem Paraná