Quarta, 03 Julho 2013 17:08

Tire suas dúvidas sobre os métodos anticoncepcionais

Pílula, DIU, injetável... conheça os tipos de métodos anticoncepcionais mais comuns e as orientações para usá-los. E não se esqueça de procurar um médico antes de decidir!

 

Diante de tantos métodos anticoncepcionais disponíveis, tem gente que fica até zonza na hora de escolher.

 

A ginecologista Carolina Ambrogini, da Universidade Federal de São Paulo, conta que os contraceptivos estão divididos em dois grupos: os hormonais e os não hormonais.

 

Quando existe hormônio na jogada, caso das pílulas, dois nomes são sempre mencionados: progesterona e estrogênio. “Eles inibem a ovulação”, diz a médica. Assim, não há liberação de óvulos e, claro, não existem chances de fecundação. Do outro lado, há opções que barram a chegada dos espermatozoides ao útero, como a camisinha.

 

 

Sem cólica nem tpm!

 

Além de evitar filhos, os anticoncepcionais são aliados contra inimigos do bem estar, caso da cólica e da TPM. Isso porque controlam o ciclo menstrual – e os hormônios que podem gerar tais desconfortos. “Há também uma melhora na pele”, pontua Carolina. Para completar, estudos apontam que os métodos hormonais ainda combatem a tão temida endometriose, mal que provoca sangramentos e dores fortíssimas.

 

 

Os anticoncepcionais mais populares entre as brasileiras

 

 

Pílula

 

Ela é a mais usada aqui e no mundo todo. Graças aos avanços, hoje existem produtos com dosagens hormonais mais baixas e que não trazem muitos efeitos colaterais. “Garantem 99,9% de eficácia”, assinala Carolina. Mas, para isso, é preciso tomar direitinho, hein?

 

 

Injetável

 

Funciona como a pílula, inibindo a ovulação. Perfeito para as mais esquecidinhas, afinal, basta apenas uma picada mensal ou a cada três meses.

 

 

DIU

 

Esse dispositivo, colocado no útero, é encontrado em duas versões: a de cobre, que obstrui a passagem dos espermatozoides, e outra que libera hormônio e, assim, inibe a ovulação. Funcionam por cinco a até 10 anos, quando devem ser trocados. 

 

 

Pílula e cigarro não combinam mesmo

 

Se você ainda não largou o tabaco, eis mais um motivo para apagá-lo de vez da sua vida: pesquisas mostram que as fumantes correm riscos quando tomam pílula. É que o sangue engrossa e isso serve de gatilho para a trombose e o derrame.

 

 

Alerta!

 

Médicos contam que misturar a pílula com certos tipos de antibióticos não é uma boa. Nesse caso, o problema é que o fígado não dá conta de metabolizar os dois e ela pode falhar. Aí, já viu...

 

 

Você sabia? 

 

No tempo da sua avó, era comum ter uma penca de filhos, porque havia poucos métodos contraceptivos. A pílula só surgiu nos anos 60. A partir daí, a mulher passou a ter maior autonomia sobre seu corpo e a planejar quantos filhos queria ter.

 

 

 

 

 

Fonte - M de Mulher

 

 

 

Pryscila Arrosi

Formada em Jornalismo pela Univel desde 2009, começou a fotografar em 2006 com aulas de foto na faculdade, daí então se apaixonou pela arte de eternizar momentos e levou a fotografia para o dia a dia. 

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