Sábado, 13 Julho 2013 11:06

Hoje é dia do Rock - Veja algumas histórias

Desde 1985, 13 de julho é dia de comemoração para os fãs de rock and roll.

 

 

A data para a celebração foi escolhida porque naquele dia aconteceu o Live Aid, festival com espetáculos simultâneos na Inglaterra e nos Estados Unidos e que tinha como objetivo arrecadar dinheiro para as pessoas que sofriam com a fome na Etiópia.

 

Mas a história do rock começa muito antes da década de 80. O ritmo nasceu na década de 50 e, ironicamente, já foi declarado morto uma centena de vezes. Mas verdade seja dita: o rock nunca morreu, e provavelmente nunca morrerá, já que é um dos estilos de música com maior habilidade para se reinventar a cada década.

O rock é daqueles ritmos difíceis de classificar, ele não tem uma só cara, muito menos um só acorde. Vai das baladinhas dos primeiros anos dos Beatles, nos anos 60, até os sons distorcidos do punk nos anos 80. Ele começa com o rebolado de Elvis, nos anos 50, e vai até os gritos de Kurt Cobain nos anos 90. Nos anos 2000, o rock ganhou novo fôlego com The Strokes, Arctic Monkeys e outros “salvadores”, que deram novo fôlego ao estilo. Tudo isso sem escala, sem parar para pensar. O rock é assim, multifacetado. 

Quem acompanha o rock de perto com certeza já ouviu alguma história envolvendo bandas e pactos com o diabo, mortes de integrantes escondidas da mídia e diversos assuntos relacionados ao ocultismo. Há inclusive quem tenha apelidado o demônio, tinhoso ou capeta de “pai do rock”.

Relembre algumas dessas lendas:

 

Robert Johnson

Um dos primeiros relatos envolvendo um pacto com o diabo aconteceu com Robert Johnson, guitarrista que atuou na década de 30 e ficou conhecido com um dos pais do blues. Morto em 1938 aos 27 anos, alguns dizem que o músico morreu de pneumonia. No entanto, dias antes, Johnson havia tomado uma dose de uísque que teria sido envenenado pelo dono do bar onde o músico tocava. O dono do bar desconfiava que Johnson tinha um caso com sua esposa. Sobre a lenda, dizem que o guitarrista teria vendido sua alma ao demônio na encruzilhada das rodovias 61 e 49 em Clarksdale, Mississippi, Estados Unidos, pedindo em troca habilidade para tocar o instrumento. A letra da canção Crossroad Blues trataria desse assunto. Johnson também ficaria famoso mais tarde por ter sido o primeiro grande astro da música a morrer aos 27 anos, idade em que também faleceram Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison e Kurt Coubain.

 

Beatles

 

Acusados diversas vezes de terem vendido suas almas ao diabo, os Beatles também possuem histórias obscuras em seu currículo. De acordo com vários rumores, o baixista Paul McCartney teria morrido em um acidente de carro em 1966. Para manter o grupo, os Beatles teriam contratado um sósia – que teria passado por várias cirurgias plásticas – para seguir com a banda. A entrada do “novo Paul” é justificada por alguns fãs através de “provas” escondidas em álbuns e a evolução na carreira do grupo com letras mais políticas e mudança na sonoridade.

 

Eagles

 

Uma das histórias mais conhecidas sobre bandas e satanismo seria tratada na música de maior sucesso do Eagles, Hotel California. A história surgiu quando um ex-produtor da banda acusou o grupo de se envolver com uma igreja satanista. A letra do hit narraria a primeira vez em que os integrantes conheceram a sede do grupo satanista, local que anteriormente era um hotel. Uma das “provas” sobre o suposto pacto seria o próprio sucesso da banda escorado somente nessa música.

 

Rolling Stones

 

Uma das primeiras bandas a ser acusada de se envolver com o satanismo, o Rolling Stones abordou o ocultismo em algumas letras, como Simpathy for the Devil. Rumores chegam a dizer que Mick Jagger escreveu a letra depois de visitar um centro de candomblé na Bahia.

 

Black Sabbath e Ozzy

 

O visual dos roqueiros, considerados pais do metal, sempre gerou polêmica entre os setores conservadores da sociedade. Sempre usando referências de cruzes e demônios em seus álbuns, o nome do demônio é citado em músicas como NIB e War Pigs. Os boatos sobre Ozzy ter arrancado a cabeça de um morcego ou matado uma pomba durante uma reunião com uma gravadora também contribuíram para que se criasse a imagem do roqueiro.

 

Led Zeppelin

 

Grupo constantemente acusado por fazer referências supostamente escondidas em suas letras, a banda, principalmente Jimmy Page, se envolveu com as obras do estudioso inglês Aleister Crowley, considerado por muitos um bruxo. O guitarrista chegou a comprar uma mansão que já havia pertencido ao filósofo.

 

Kiss

 

O visual já rotineiro dos roqueiros do Kiss causou muita polêmica quando a banda surgiu. O próprio nome da banda já chegou a ser sugerido como sigla de Kids In Satan’s Service (Crianças a serviço de satã) ou Knights In Satan’s Service (Cavaleiros a serviço de satã). A presença de palco dos músicos, principalmente a mania de cuspir sangue falso de Gene Simmons, também contribuiu para que a lenda deste pacto com o diabo se mantivesse viva.

 

 

Fonte - Terra

 

 

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