A plagiocefalia posicional, também conhecida como “síndrome da cabeça achatada” é uma condição que deixa a cabeça da criança torta e disforme, causada principalmente pelo posicionamento intra-uterino ou, após o nascimento, pelo apoio viciado de determinada parte da cabeça do bebê. A deformidade é muito comum na gestação de gêmeos, já que dentro do útero eles ficam sem muito espaço para se movimentar.

Felizmente, a síndrome é reversível com o uso constante do capacete por aproximadamente três meses. Sem causar muito incômodo, o equipamento deve ser mantido na cabeça da criança durante todo o dia, inclusive na hora de dormir. Os médicos só recomendam tirá-lo na hora do banho.
Ideia criativa surgiu há 12 anos

Dessa forma, como a criança passa muito tempo com a órtese, a artista decidiu tornar os pequenos capacetes mais divertidos, agradando pais e filhos. A ideia surgiu quando uma amiga de Paula perguntou se ela não poderia deixar aquele objeto estranho mais bonito para que o seu neto usasse na rua.
De lá para cá, já se passaram 12 anos e mais de 1300 capacetes corretivos pintados. Paula tem o cuidado de desenhá-los com tinta não tóxica e seguir as orientações de pediatras e dos próprios fabricantes. Geralmente são as mães que levam os capacetes, feitos sob medida para o bebê.

Além da função original de corrigir a plagiocefalia posicional, o trabalho cuidadoso de Paula Strawn torna o dia a dia das crianças mais alegres. A ideia criativa surgiu quando uma amiga de Paula perguntou se ela não poderia deixar o capacete do seu neto mais bonito. Em seu site (www.lazardo.smugmug.com), a artista disponibiliza diversos modelos pré-definidos. É possível ainda solicitar qualquer desenho sob encomenda.

Os preços variam conforme a complexidade do desenho. Os estilos mas simples custa US$ 150 (cerca de R$ 340).
Fonte - MSN Entretenimento