Aeronave cai em área rural do Paraná

Uma aeronave de pequeno porte caiu em uma área rural de Marialva, no Norte do Paraná, na manhã desta segunda-feira (22). O local da queda também fica próximo aos distritos de Aquidabã e São Luiz

Segundo o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma pessoa foi atendida no local. Não há confirmação se havia outros passageiros na aeronave.

RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, apurou que trata-se de um piloto agrícola. Ele relatou aos médicos que o avião sofreu uma pane e foi necessário tentar fazer o pouso forçado na plantação de milho.

O piloto foi encaminhado ao Hospital Bom Samaritano, de Maringá. De acordo com o Samu, ele não teve ferimentos graves.

 

 

 

 

 

Por - G1

Tem gordura no fígado? Veja os alimentos recomendados e os que devem ser evitados

A doença hepática gordurosa, ou esteatose hepática, tornou-se uma das doenças do fígado mais comuns em todo o mundo nos últimos anos. O aumento de sua incidência está intimamente ligado ao crescimento da obesidade, do diabetes tipo 2, da resistência à insulina e da síndrome metabólica.

Especialistas alertam que, por ser uma patologia que geralmente não apresenta sintomas em seus estágios iniciais, muitas vezes passa despercebida, o que aumenta o risco de a condição evoluir silenciosamente para problemas graves, como inflamação do fígado, fibrose ou cirrose. 

Para lidar com essa condição, a comunidade médica concorda que a estratégia principal não se baseia em medicamentos, mas sim em uma profunda mudança de estilo de vida. Os principais objetivos incluem regular a atividade física, controlar doenças metabólicas preexistentes e alcançar uma perda de peso moderada, estimada entre 7% e 10% do peso corporal total, por meio de diretrizes nutricionais bem estruturadas.

 

Alimentos ultraprocessados ​​e gorduras que aceleram os danos ao fígado

A alimentação desempenha um papel crucial tanto no desenvolvimento quanto no agravamento da doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA). Uma pesquisa publicada na revista científica Frontiers in Nutrition, que avaliou mais de 500.000 pessoas, demonstrou que o consumo diário de alimentos ultraprocessados ​​— como refrigerantes, biscoitos industrializados, cereais açucarados, salsichas, sopas instantâneas e fast food — aumenta o risco de desenvolver essa doença em 22%.

Esses produtos fornecem níveis excessivos de açúcares adicionados, gorduras saturadas e aditivos que sobrecarregam a função hepática 

De acordo com as recomendações da nutricionista Natalia Antar e as diretrizes da Universidade de Harvard, existem componentes específicos que devem ser eliminados ou estritamente restringidos:

  • Gorduras saturadas e trans: presentes em salsichas, frios, produtos de panificação industrializados e alimentos fritos, que promovem inflamação e disfunção celular no fígado.
  • Açúcares simples (frutose): o xarope de milho rico em frutose, comum em bebidas e salgadinhos açucarados, acelera a síntese de gordura no fígado. É aconselhável verificar os rótulos para identificar açúcares adicionados sob nomes como dextrose, mel ou agave.
  • Álcool: instituições médicas apontam que não existe uma quantidade segura de álcool para pacientes com fígado gorduroso, visto que mesmo o consumo social ou pequenas doses agravam consideravelmente os danos aos tecidos.
  • Farinhas refinadas: pães brancos, massas não integrais e biscoitos comerciais elevam abruptamente os níveis de glicose e insulina no sangue, estimulando o armazenamento de lipídios nas células do fígado.

 

 

A dieta mediterrânea como plano de recuperação ideal

Em contraste com produtos nocivos, a dieta mediterrânea se apresenta como a opção ideal para retardar ou interromper a inflamação do coração. A gastroenterologista e hepatologista Sobia Laique, da Cleveland Clinic, explica que esse padrão alimentar saudável para o coração não só retarda a progressão da doença, como também reduz significativamente o risco cardiovascular associado.

Este modelo nutricional baseia-se no consumo diário de vegetais, frutas frescas, leguminosas e cereais integrais ricos em fibras (como aveia integral, arroz integral e pão integral), ajustado às necessidades calóricas do paciente.

Também promove a substituição de gorduras animais por gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas. O azeite extra virgem deve ser a principal fonte de gordura na dieta, complementado pela ingestão de oleaginosas (nozes, amêndoas) e sementes (linhaça, gergelim, girassol).

 

Componentes hepatoprotetores: ômega-3, café e mitos sobre ovos

A inclusão de ácidos graxos ômega-3, encontrados em peixes oleosos como salmão e cavala, contribui diretamente para a redução dos triglicerídeos hepáticos e da inflamação geral no organismo. Além disso, o consumo de café preto demonstrou ter propriedades hepatoprotetoras. Estudos clínicos indicam que o consumo de duas a três xícaras de café por dia (com ou sem cafeína), sem açúcar, adoçantes ou creme, está associado a menor acúmulo de gordura e menor risco de desenvolvimento de fibrose hepática.

Finalmente, especialistas desmentiram os mitos em torno do impacto dos ovos na saúde do fígado. As evidências científicas atuais indicam que o consumo de um ovo por dia é seguro e benéfico como parte de uma dieta equilibrada. Os ovos são uma rica fonte de colina, um nutriente essencial para o metabolismo adequado das gorduras no fígado; portanto, longe de serem prejudiciais, desempenham um papel protetor no tecido hepático.

 

 

 

POr - O Globo

Saiba quais mudanças no estilo de vida ajudam a reduzir o risco de diabetes e demência por décadasSaiba quais mudanças no estilo de vida ajudam a reduzir o risco de diabetes e demência por décadas

O Programa de Prevenção do Diabetes (DPP) dos Estados Unidos e seu estudo de acompanhamento de longa duração, o Estudo de Resultados do Programa de Prevenção do Diabetes (DPPOS), acompanharam milhares de pessoas por mais de duas décadas, examinando como as mudanças no estilo de vida podem influenciar a saúde.

Agora, um novo estudo foi publicado, baseado nesses dados, e mostra que os benefícios de uma vida saudável vão muito além da prevenção do diabetes, aponta o Science Alert.

O estudo foi realizado por pesquisadores de instituições de todo os EUA, que analisaram os registros de saúde de 1.173 pessoas que foram originalmente inscritas no DPP com pré-diabetes.

Elas foram divididas em três grupos: um que tomou placebo diariamente, um que tomou o medicamento para diabetes metformina e um que seguiu um regime saudável de dieta e exercícios físicos com o objetivo de perder pelo menos 7% do peso corporal. Essas rotinas foram seguidas por três anos.

 

Menor risco de insuficiência cardíaca e demência

Durante mais de duas décadas de acompanhamento, o grupo que seguiu a dieta e o exercício apresentou uma probabilidade significativamente menor de desenvolver combinações de doenças crônicas, como insuficiência cardíaca e demência.

Mesmo após a exclusão do foco original da pesquisa, o diabetes, da lista de doenças crônicas, o risco geral de doenças crônicas permaneceu menor.

"Prevenir o diabetes é fundamental, mas prevenir o acúmulo de múltiplas doenças crônicas à medida que as pessoas envelhecem pode ter implicações ainda mais amplas para a qualidade de vida, a independência e os custos com saúde", afirma o médico Marcel Salive, do Instituto Nacional do Envelhecimento dos EUA.

Após o término do estudo inicial do DPP, o tratamento com placebo foi descontinuado e o tratamento com metformina continuou no estudo de acompanhamento.

Aqueles que foram designados para o programa de estilo de vida apresentaram um risco 21% menor de desenvolver multimorbidade do que aqueles que receberam placebo durante o período do estudo (multimorbidade foi definida como a presença de duas ou mais condições crônicas).

Houve pouca diferença entre o grupo placebo e o grupo que recebeu medicação para diabetes.

 

Quais doenças entraram na pesquisa

As 15 doenças crônicas investigadas pelos pesquisadores foram hipertensão, insuficiência cardíaca, doença arterial coronariana ou doença cardíaca isquêmica, arritmias cardíacas, hiperlipidemia, acidente vascular cerebral (AVC), artrite, asma, câncer, doença renal crônica, doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), demência (incluindo doença de Alzheimer), depressão, osteoporose e diabetes.

Foram feitos ajustes para diversos fatores que poderiam ter influenciado os resultados, incluindo idade, sexo, raça e etnia, consumo de álcool e índice de massa corporal (IMC), fortalecendo ainda mais as associações.

"Além da prevenção do diabetes, a intervenção no estilo de vida foi associada a um menor número de doenças crônicas no envelhecimento", escrevem os pesquisadores em seu artigo publicado.

"Os resultados sugerem que a modificação intensiva do estilo de vida pode prevenir ou retardar a multimorbidade na meia-idade e na terceira idade entre adultos com alto risco de diabetes ou com diabetes."

O que torna esses resultados particularmente encorajadores é que comer de forma mais saudável e praticar exercícios físicos regularmente é algo que a maioria de nós pode tentar sem muita dificuldade, aponta o Science Alert.

 

Velhice com menos doenças

Os indícios apontam que muitos anos de bons hábitos aumentam a probabilidade de uma velhice menos afetada por doenças. Embora o estudo não seja suficiente para comprovar causa e efeito, há uma forte associação, mesmo anos após o término dos grupos originais relacionados à dieta e aos exercícios.

"Essas descobertas destacam o valor a longo prazo de uma alimentação saudável, atividade física regular e controle de peso", afirma a epidemiologista Dana Dabelea, da Escola de Saúde Pública do Colorado.

O dado menos animador é que, em todo o grupo de estudo, incluindo aqueles que seguiram a dieta e o regime de exercícios, 85% dos participantes desenvolveram pelo menos duas doenças crônicas.

À medida que a população mundial envelhece, uma vida mais longa não significa necessariamente boa saúde. Há agora um crescente corpo de pesquisas examinando os fatores que contribuem para um envelhecimento saudável.

"Enquanto formuladores de políticas, profissionais de saúde e líderes de saúde pública buscam soluções para o aumento das taxas de doenças crônicas e dos custos de saúde, as descobertas oferecem um lembrete poderoso: investimentos em prevenção são importantes", diz Travis Leiker, vice-reitor de relações externas da Escola de Saúde Pública do Colorado, que não esteve diretamente envolvido no estudo.

A pesquisa foi publicada no JAMA (The Journal of the American Medical Association)

 

 

 

 

 

Por - Epoca Negócios

Paraná reforça conscientização e combate à violência e negligência contra a pessoa idosa

No mês dedicado à campanha mundial “Junho Violeta”, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) intensifica as ações de conscientização e enfrentamento aos crimes contra a pessoa idosa no Paraná. A iniciativa busca alertar a sociedade sobre as diferentes formas de violência que atingem essa população, muitas vezes de maneira silenciosa e dentro do próprio ambiente familiar, fortalecendo o trabalho contínuo de prevenção e proteção realizado pelo Governo do Estado durante todo o ano.

Segundo o delegado Thiago Filgueiras, a violência contra a pessoa idosa nem sempre ocorre por meio de agressões físicas. “No cotidiano da delegacia, o Artigo 99 do Estatuto da Pessoa Idosa é um dos nossos principais instrumentos de intervenção contra a violência silenciosa. Muitas vezes, o que encontramos são situações de negligência, privação de cuidados indispensáveis ou condições degradantes que colocam em risco a integridade física e psicológica da vítima”, explica.

Embora a violência física seja a forma mais evidente de agressão, a negligência também representa uma grave violação dos direitos da pessoa idosa. O Estatuto da Pessoa Idosa prevê punições para quem deixa de oferecer cuidados básicos relacionados à alimentação, higiene, saúde e assistência necessária ao bem-estar da vítima.

O Artigo 99 do Estatuto da Pessoa Idosa estabelece como crime expor a integridade física ou psíquica do idoso a situações de perigo. A prática pode ocorrer por meio de condições desumanas ou degradantes de moradia, privação de cuidados essenciais ou exploração em atividades incompatíveis com suas condições físicas e mentais.

A pena varia conforme a gravidade do caso e pode resultar em detenção e multa. As punições são ampliadas quando a conduta provoca lesão corporal grave ou morte da vítima.

ALERTA – A identificação precoce é uma das principais formas de proteção. Familiares, vizinhos, profissionais da saúde e toda a comunidade podem contribuir ao observar sinais que indiquem possíveis situações de violência. Entre os sinais físicos estão hematomas em locais incomuns, queimaduras, lesões em diferentes estágios de cicatrização e quadros de desidratação.

Também devem ser observadas mudanças comportamentais, como isolamento repentino, medo excessivo de determinadas pessoas, apatia, tristeza constante ou choro sem motivo aparente.

Outro ponto de atenção é a violência patrimonial, caracterizada pelo controle indevido de recursos financeiros, benefícios ou bens da pessoa idosa por terceiros, restringindo sua autonomia e comprometendo sua qualidade de vida.

Muitas vezes, essa prática ocorre de forma disfarçada, sob o argumento de auxílio ou administração financeira. Em alguns casos, familiares assumem o controle do benefício ou aposentadoria da pessoa idosa e utilizam os recursos em benefício próprio.

Segundo o delegado Thiago Filgueiras, essa conduta configura crime. “A proteção especial conferida pela lei não deve ser encarada como um atestado de fragilidade ou incapacidade do idoso. Pelo contrário, trata-se de uma garantia de dignidade, respeito e segurança para quem já contribuiu durante toda a vida para a sociedade”, destaca.

DENÚNCIAS – Casos suspeitos ou confirmados de violência contra a pessoa idosa podem ser denunciados de forma anônima pelo telefone 181. Em situações de emergência ou flagrante, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo número 190.

Dependendo da natureza da ocorrência, a vítima ou seus familiares também podem procurar o Núcleo de Proteção aos Direitos Humanos da Polícia Civil ou a delegacia mais próxima. O Junho Violeta reforça a responsabilidade coletiva na proteção da pessoa idosa e na garantia de um envelhecimento seguro, digno e respeitoso. A iniciativa destaca que o enfrentamento à violência contra essa população é um compromisso de toda a sociedade.

 

 

 

Por - AEN

PMPR retirou quase 24 toneladas de drogas de circulação na fronteira em junho

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) já retirou de circulação 23,9 toneladas de drogas durante operações realizadas em junho, mês que ainda está em andamento.

As ações, concentradas principalmente na faixa de fronteira e na região Oeste do Estado, resultaram em um prejuízo estimado de R$ 78,3 milhões às organizações criminosas envolvidas com tráfico internacional, contrabando e descaminho.

O balanço parcial reúne resultados de diferentes unidades da corporação que atuam no enfrentamento aos crimes transfronteiriços, com operações preventivas, abordagens estratégicas e ações baseadas em levantamentos de inteligência para desarticular a atuação de grupos criminosos.

De acordo com o secretário da Segurança Pública do Paraná, Saulo de Tarso Sanson, a atuação integrada das forças de segurança tem permitido respostas rápidas contra grupos criminosos que tentam utilizar a região de fronteira para movimentar ilícitos.

“Os resultados mostram que o Estado está preparado para esse tipo de situação. O trabalho integrado, aliado à inteligência policial, permite antecipar ações e atuar diretamente contra a estrutura das organizações criminosas”, afirmou. Ele ainda lembrou que em 2026 foram retiradas 156 toneladas de circulação em todo o Paraná.

APREENSÕES – Entre as principais ocorrências do período estão apreensões de 4,4 toneladas de maconha em Guaíra, 2,1 toneladas em Cidade Gaúcha e 1,6 tonelada localizada em um caminhão em Santa Tereza do Oeste.

Além das drogas, as equipes apreenderam armas, veículos, cigarros contrabandeados, eletrônicos e outros materiais ligados a crimes na região Oeste. Até o momento, a PMPR contabiliza 204 prisões, 33 armas de fogo apreendidas, quase 80 mil pacotes de cigarros retirados de circulação e 17 veículos utilizados em atividades criminosas apreendidos ou recuperados.

O comandante-geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, destacou o trabalho permanente realizado na região de fronteira e o uso de inteligência para interromper as rotas utilizadas pelo crime organizado. “A presença policial, somada ao uso de inteligência, permite identificar movimentações criminosas e impedir que cargas ilícitas avancem pelo Paraná. É um trabalho contínuo para reduzir a atuação dessas organizações”, disse.

Em Foz do Iguaçu, uma operação resultou na apreensão de uma carga de eletrônicos avaliada em R$ 7,93 milhões, uma das principais ocorrências envolvendo descaminho registradas no período.

EXPLOSIVOS – Em Itaipulândia, equipes do BPFron prenderam dois homens com seis unidades de emulsão explosiva, quatro espoletas e dois cordeletes. A apreensão ocorreu durante uma abordagem na região de fronteira e gerou um prejuízo estimado de R$ 92 mil ao crime. O Esquadrão Antibomba do BOPE foi acionado para garantir a segurança no local.

Segundo o tenente-coronel Eldison Martins do Prado, comandante do BPFRON, o material será analisado para verificar sua origem e possíveis conexões com crimes ocorridos na região.

“Esse tipo de apreensão demonstra a importância da atuação especializada na fronteira. O trabalho de inteligência permite identificar riscos e impedir que materiais de alto potencial ofensivo sejam utilizados por organizações criminosas”, afirmou.

SULMASSP – Os resultados alcançados coincidem com o início da sexta edição do Encontro dos Secretários de Estado da Segurança Pública (SulMaSSP), realizado em Foz do Iguaçu a partir desta segunda-feira (22).

Além das discussões estratégicas entre os gestores de segurança pública, o encontro também prevê o desencadeamento de operações integradas entre as forças de segurança dos estados participantes. As ações ocorrem de forma coordenada nas regiões de fronteira e divisas estaduais, ampliando o intercâmbio de informações e o combate às organizações criminosas que atuam além dos limites territoriais.

A iniciativa reúne representantes do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Mato Grosso do Sul, com foco no fortalecimento da cooperação operacional e das ações de inteligência voltadas ao enfrentamento do tráfico de drogas, contrabando, descaminho e outros crimes interestaduais e transnacionais.

 

 

 

 

Por - AEN

Segundo lote de restituição do IRPF 2026 pode ser consultado amanhã

A Receita Federal libera nesta terça-feira (23) a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). 

O lote é o maior da história em quantidade de contribuintes contemplados (9.585.797). Serão pagos R$ 16 bilhões em créditos.

O valor pago será igual ao do primeiro lote de restituição deste ano, registrado no dia 29 de maio deste ano. 

A consulta pode ser feita a partir das 9h, pelo site da Receita Federal, na opção “Meu Imposto de Renda” e depois “Consultar minha restituição”

Também é possível consultar pelo aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones, 

“O volume recorde de pagamentos reforça o esforço do órgão em tornar o processo de restituição cada vez mais rápido, eficiente e abrangente”, explica a Receita.

O crédito bancário será realizado no dia 30 de junho. Do total, R$ 4.494.204.020,63 serão destinados a contribuintes com prioridade legal, distribuídos da seguinte forma:

  • Idosos acima de 80 anos: 155.060 restituições
  • Idosos entre 60 e 79 anos: 1.106.923 restituições
  • Pessoas com deficiência física, mental ou moléstia grave: 106.294 restituições
  • Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério: 507.768 restituições

Outras 7.709.752 restituições serão destinadas a contribuintes sem prioridade legal, mas que utilizaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram por receber via PIX. 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Agricultores familiares aumentam renda em 30% com programa federal

Uma das alegrias da agricultora piauiense Celia Maria da Silva Soares, de 66 anos, é quando os quatro netos invadem a cozinha de sua casa e sentam-se à mesa para comer um "pratão" de feijão verde.

Além do tempero especial de “amor de vó”, eles adoram o prato, acompanhado pela farinha de mandioca que ela produz e o cheiro verde que saiu da mesma plantação. Nada de refrigerante. As frutas da horta viram suco para as crianças.

A roça da "vó Célia" fica no Assentamento Santana Nossa Esperança, na zona rural de Teresina (PI). Além de abastecer o paladar das crianças e dos dois filhos, Célia e o marido, Francisco, plantam, como agricultores familiares, para vender ao Programa de Aquisição de Alimentos (conhecido como PAA) do governo federal. “Isso melhorou muito a nossa vida”, afirmou em entrevista por telefone à Agência Brasil.

Produção comprada é doada

Esse programa é de 2003 e prevê que os produtos dos agricultores familiares, como Célia, cheguem de graça a pessoas em vulnerabilidade em todo o Brasil, doados pelo governo a organizações das redes socioassistenciais, públicas e filantrópicas. 

Se faz diferença no prato das pessoas, também provoca mudança na vida dos agricultores. Segundo estudo divulgado nesta segunda-feira (22) pelo governo federal, os agricultores familiares atendidos pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) tiveram um aumento de até 30% na renda. 

Brasília (DF), 22/06/2026 – Agricultores familiares têm aumento de 30% na renda com programa federal.Foto: Celia Maria/Arquivo pessoal
 
Produtos são comprados e doados pelo governo a entidades assistenciais - Foto Celia Maria/Arquivo pessoal

A pesquisa foi desenvolvida pela Universidade Federal do ABC (UFABC) e pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Desde o início de 2023, o governo federal investiu cerca de R$ 2 bilhões no programa para adquirir 376,6 mil toneladas de alimentos para todo o país.

No período, cerca de 140 mil agricultores familiares venderam a produção para o programa. Esses recursos beneficiaram ao menos 9 milhões de pessoas. O programa chegou a 9.310 entidades recebedoras de alimentos.

"Tudo na cerâmica"

 No caso de Célia, já são 20 anos na roça de um terreno do Incra , o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, que fica a cerca de seis quilômetros da casa dela. Desde que foi beneficiada pelo programa do governo, na última década, ela conseguiu melhorar a “casa simples”.

 “Hoje é tudo na cerâmica”. É o melhor momento desde que saiu da cidade de Piripiri para tentar a vida em Teresina, a 150 quilômetros de distância. Além de conseguir vender os produtos ao governo, Célia e Francisco “amam” viver no assentamento porque conseguem levar o que plantam para a quitanda da comunidade. 

 “Aqui a gente compartilha nossos produtos e não falta comida para ninguém”, disse a agricultora que ampliou a produção de milho, abóbora, macaxeira, maxixe, manga e tamarindo. Tudo orgânico e, assim, livre dos agrotóxicos. Inclusive, mel e beiju. 

Para Célia, é uma satisfação saber que está produzindo para saciar a fome daqueles que estão precisando. Por isso, o casal acorda às 6h todos os dias. 

Menos dependência

Segundo estudo apresentado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a implementação do PAA foi capaz de reduzir em até 57% a chance de permanência dos agricultores no Cadastro Único. 

Em 2024, o programa esteve presente em 3.334 municípios (60% do total das cidades brasileiras), em todas as regiões do país. O estudo revelou ainda que os beneficiários da modalidade “Compra com Doação Simultânea” tiveram aumento médio de R$ 50 na renda per capita, o equivalente a um crescimento de 30%. 

O estudo identificou que 75% desses agricultores estão inscritos no Cadastro Único. Para os beneficiados pelo PAA de venda de leite, o aumento médio foi de R$ 32 por pessoa, o que representou um aumento de 19% na renda.   

A pesquisa registrou ainda aumento da participação de povos indígenas (de 0,7% a 6%) entre 2022 e 2024, após a ampliação da prioridade para esse público na execução do programa.

 

 

 

 

 

POr- Agência Brasil

Festas juninas e julinas acendem alerta para risco de queimaduras

Festas juninas e julinas de São João intensificam a necessidade de cuidados com materiais que podem provocar queimaduras nas crianças e adolescentes. O alerta foi feito nesta segunda-feira (22) pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“As festas fazem parte da cultura brasileira e são momentos de celebração para muitas famílias, mas também exigem atenção redobrada porque neste período há maior exposição a fogueiras, fogos de artifício, churrasqueiras, recipientes com alimentos e bebidas quentes e outros materiais inflamáveis”, afirmou à Agência Brasil o presidente da SBP, Edson Liberal.

De acordo com a entidade, menores de cinco anos concentram mais da metade das internações pediátricas por queimaduras no Brasil. Levantamento feito pela SBP revela que o grupo etário concentrou 53,8% das internações por queimaduras registradas entre crianças e adolescentes no Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2024 e 2025.

Apenas nos dois últimos anos, o Sistema Único de Saúde (SUS) registrou 13,8 mil internações de crianças e adolescentes por queimaduras e outros acidentes térmicos graves, sendo 6.965 casos em 2024 e 6.855 em 2025. O número real de ocorrências, entretanto, deve ser muito maior, uma vez que a pesquisa considera somente os casos que exigiram hospitalização.

O presidente da SBP informa que não dispõe de uma estimativa específica para os casos de queimaduras que não resultam em internação. Os dados oficiais contemplam principalmente hospitalizações e óbitos.

"No entanto, sabemos que o número real de ocorrências é bastante superior ao registrado, já que muitos episódios leves e moderados são atendidos em unidades de pronto atendimento, consultórios ou mesmo tratados em casa, sem entrar nas estatísticas hospitalares.”

Daí os números de internação representarem a parcela mais grave de um problema que é muito mais frequente no dia a dia das famílias..

Crianças não devem manusear fogos de artifício, fósforos, isqueiros ou qualquer artefato que envolva fogo ou explosão. A recomendação é que permaneçam sempre sob supervisão de um adulto e afastadas das fontes de calor.

A boa notícia é que a maioria das queimaduras pode ser evitada com medidas simples de prevenção, informação e vigilância adequada dos responsáveis relacionadas a fogueiras, fogos de artifício e ao manuseio de líquidos e alimentos quentes.

Internações

Em média, quase 20 crianças e adolescentes foram internados por dia com queimaduras nos dois anos analisados. A sondagem aponta que, entre as crianças e adolescentes hospitalizados por queimaduras e outros acidentes térmicos, 20% tinham entre cinco e nove anos de idade, o equivalente a 2.820 internações.

Em seguida, aparecem os pacientes de 10 a 14 anos, com 1.848 registros (13%), e os adolescentes de 15 a 19 anos, com 1.721 casos (12%). Os dados são do Sistema de Informações Hospitalares (SIH) do Ministério da Saúde.

A SBP indica que a maior parte das internações se relaciona a acidentes resultantes do contato com fontes de calor e substâncias quentes, comum em ambientes domésticos e associado com frequência ao preparo de alimentos e ao manuseio de líquidos aquecidos. Segue-se a exposição à fumaça, ao fogo e às chamas.

As hospitalizações registradas em 2024 e 2025 decorreram também de exposição à corrente elétrica, temperaturas extremas, agressões e outros eventos relacionados a queimaduras e acidentes térmicos. As formas mais graves desses acidentes resultaram em mais de 300 óbitos de crianças e adolescentes por ano, em 2023 e também em 2024, indicam registros do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do SUS.

Curiosidade

Edson Liberal afirmou que a curiosidade faz parte do desenvolvimento infantil e é fundamental para o aprendizado.

“O problema é que as crianças pequenas ainda não têm maturidade para reconhecer situações de perigo. Elas se interessam por objetos coloridos, brilhantes, que produzem calor, luz ou movimento, além de tudo aquilo que observam nos adultos.”

Outro hábito comum em crianças de baixa idade é tentar alcançar objetos colocados em locais altos, abrir portas, puxar toalhas de mesa e reproduzir comportamentos que veem em casa. Por isso, o presidente da SBP recomendou que os pais mantenham supervisão constante dos filhos e adaptem os ambientes para evitar riscos desnecessários. “São medidas fundamentais para a prevenção de acidentes”.

Além das queimaduras provocadas por líquidos quentes, fogo e superfícies aquecidas, outros agentes podem causar lesões muito graves. Entre eles, Liberal citou produtos químicos, como soda cáustica, produtos de limpeza e substâncias corrosivas; agentes elétricos, como tomadas desprotegidas, fios desencapados e instalações inadequadas; e substâncias inflamáveis, especialmente o álcool líquido e o álcool em gel.

“É importante lembrar que a pele das crianças é mais delicada e vulnerável, o que favorece queimaduras mais profundas e com maior risco de sequelas”, advertiu. Dependendo da profundidade da lesão, destacou que as queimaduras podem variar de quadros mais superficiais até situações graves, com necessidade de procedimentos cirúrgicos e longos períodos de recuperação.

No país

O levantamento aponta a Região Sudeste com o maior volume de internações pediátricas por queimaduras e outros acidentes térmicos em ambos os anos analisados, com 2.203 casos em 2024 e 2.328 em 2025. Em seguida, vêm o Nordeste (1.830 e 1.799 registros, respectivamente), o Sul (1.675 e 1.763), o Norte (724 e 692) e o Centro-Oeste (533 e 525).

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Candidatos ao Enem têm até a noite desta segunda para pagar inscrição

Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 até as 23 horas e 59 minutos desta segunda-feira (22) para pagar os R$ 85 da taxa de inscrição.

A Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) pode ser obtida na Página do Participante no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Os participantes devem usar a senha cadastrada no portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Meios de pagamento

O pagamento pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou aplicativos bancários, por meio de pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

Sem devolução de valor

O Inep avisa que o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido, se realizado em duplicidade ou se for diferente de R$ 85.

Assim como não será devolvido o pagamento da taxa de inscrição, exceto em caso de cancelamento desta edição do Enem.

edital do exame esclarece que é proibido transferir o valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Isentos do Enem

No Enem 2026, o Inep concedeu gratuidade para pessoas dos seguintes perfis e, por isso, não será gerada GRU Cobrança para pagamento:

  • alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
  • estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;
  • participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
  • pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
  • aqueles que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico.

Cronograma do Enem 2026

Ministério da Educação (MEC) e o Inep decidiram ampliar o prazo para pagamento da taxa. Assim, um novo calendário foi elaborado:

  • novo prazo para pagamento da taxa de inscrição: de 25 de maio a 22 de junho;
  • resposta à solicitação de atendimento especializado: 26 de junho;
  • recurso à negativa de atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;
  • resultado do recurso: 10 de julho;
  • aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio, que avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica, é considerado a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

Paraná tem a melhor taxa de frequência escolar do ensino médio do Brasil

O Paraná alcançou a maior taxa de frequência escolar líquida do Brasil no ensino médio em 2025, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Educação, divulgados sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador mede o percentual de estudantes que frequentam a etapa de ensino adequada para a própria idade, uma das principais referências para avaliar o acesso, a permanência e a progressão escolar.

No ensino médio, a taxa paranaense saltou de 78,7% em 2024 para 86,6% em 2025, crescimento de 7,9 pontos percentuais em apenas um ano. O resultado colocou o Estado na liderança do ranking nacional, superando a média brasileira, de 80,6%. Em 2024, o Paraná ocupava a sétima colocação entre as unidades da federação.

“Nosso objetivo é garantir que o estudante permaneça na escola, aprenda mais e tenha condições de construir um futuro melhor. Por isso investimos em alimentação escolar de qualidade, em escolas mais modernas e confortáveis, em tecnologia, material pedagógico e na melhoria dos ambientes de aprendizagem. O resultado aparece em indicadores como esse, que mostram mais jovens avançando regularmente em sua trajetória educacional”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior. 

“Esse avanço acompanha outros resultados importantes da educação paranaense nos últimos anos. O Paraná assumiu a liderança nacional no IDEB após sair da sétima colocação, ampliou a oferta de ensino integral e investiu fortemente na modernização das escolas. São indicadores que mostram que estamos criando as condições necessárias para que os estudantes permaneçam na escola, aprendam mais e tenham mais oportunidades no futuro”, acrescentou.

ENSINO FUNDAMENTAL – O avanço também foi registrado nos anos finais do ensino fundamental, etapa que atende estudantes de 11 a 14 anos e que, no Paraná, tem a gestão do Governo do Estado nas escolas públicas. 

Neste segmento, a taxa de frequência escolar líquida do Paraná passou de 88,5% para 90,7% entre 2024 e 2025, aumento de 2,2 pontos percentuais. Com o resultado, o Estado avançou da 14ª para a 8ª colocação nacional e ultrapassou a média brasileira, que ficou em 90,1%.

Os dados indicam que um número cada vez maior de estudantes está frequentando a série adequada para sua idade, reduzindo situações de atraso escolar e fortalecendo as condições para a aprendizagem ao longo da trajetória educacional.

PERMANÊNCIA ESCOLAR – A taxa de frequência escolar líquida mede o percentual de estudantes matriculados e frequentando a etapa de ensino adequada para a própria idade. Por isso, é considerada um dos principais indicadores da capacidade do sistema educacional de garantir acesso à escola, permanência dos alunos e progressão regular ao longo da educação básica.

Quando os estudantes frequentam as séries compatíveis com sua idade, aumentam as chances de aprendizagem adequada, conclusão dos estudos e continuidade da formação profissional e universitária. O indicador também está relacionado à redução da evasão escolar, da defasagem idade-série e do abandono dos estudos.

INCENTIVOS DO ESTADO – O avanço da frequência escolar ocorre em paralelo a uma série de políticas públicas implementadas pelo Governo do Estado para melhorar as condições de permanência dos estudantes nas escolas.

Uma das iniciativas é o programa Mais Merenda, que ampliou a oferta de alimentação escolar na rede estadual, garantindo três refeições por turno aos estudantes. Além do aumento da quantidade de refeições servidas, a iniciativa promoveu melhorias no valor nutricional dos cardápios, com ampliação da oferta de proteínas, inclusão de novos alimentos e acompanhamento permanente de nutricionistas responsáveis pela elaboração das refeições.

Desde 2019, o Governo do Estado investiu cerca de R$ 2,8 bilhões na alimentação escolar, diversificando os cardápios e ampliando a qualidade nutricional das refeições oferecidas aos estudantes da rede estadual. A iniciativa contribui para a permanência dos alunos no ambiente escolar e reduz fatores associados à evasão e ao abandono.

Outra frente importante foi a expansão da educação em tempo integral, que saltou de 73 escolas para mais de 400 unidades em sete anos, ampliando significativamente o número de estudantes atendidos em todas as regiões do Estado.  O modelo amplia a permanência dos alunos no ambiente escolar, com jornada estendida, reforço pedagógico e atividades complementares nas áreas de esporte, cultura, tecnologia e formação cidadã.

AMBIENTE ESCOLAR – Nos últimos anos, o Governo do Estado também ampliou investimentos em reformas e construção de escolas, substituição de estruturas antigas de madeira, climatização das salas de aula, modernização de laboratórios e aquisição de novos mobiliários. Somente entre 2019 e 2026, foram investidos R$ 525,7 milhões na compra de mais de 665 mil itens de mobiliário para as escolas estaduais, incluindo carteiras, cadeiras, mesas, armários, estantes e equipamentos utilizados em salas de aula, bibliotecas, laboratórios e espaços administrativos.

As ações também incluem a instalação de milhares de aparelhos de ar-condicionado, melhorias estruturais e a modernização dos ambientes de aprendizagem, tornando as escolas mais confortáveis e adequadas para estudantes e professores.

“Quando o aluno encontra uma escola segura, bem equipada e com estrutura adequada, ele permanece mais tempo estudando e consegue desenvolver melhor seu potencial. O resultado aparece em indicadores como esse, que mostram mais jovens avançando regularmente em sua trajetória educacional”, avaliou o secretário estadual da Educação, Roni Miranda.

 

 

 

Por - AEN