Esposa de Henrique, da dupla com Juliano, é presa nos EUA por fugir da polícia

A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, mulher do cantor Henrique (da dupla Henrique & Juliano), foi detida na segunda-feira (2) em Orlando, Flórida, após tentar fugir de uma viatura policial com luzes e sirenes ligadas.

Ela também foi autuada por dirigir sem carteira de motorista válida – mostrou apenas a CNH brasileira digital, mas como mora na Flórida com visto americano, precisava de habilitação local.

Amanda é filha do comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Márcio Barbosa, e sócia de empresas de roupas em Palmas. Vive com o marido e os filhos Helena (6 anos) e Miguel (4 anos) em uma fazenda em Porto Nacional, base dos negócios agropecuários da dupla, mas viaja muito para os EUA.

Ela passou a noite na cadeia e espera audiência na Justiça americana; não há confirmação de fiança ou soltura até agora. A assessoria do cantor e familiares não comentaram sobre. O Consulado do Brasil em Orlando disse estar pronto para ajudar, sem dar detalhes por questões de privacidade.

 

 

Homem incendeia estátua de Cristiano Ronaldo e diz: "Isto é o último aviso de Deus"

Um homem ateou fogo a uma estátua de Cristiano Ronaldo localizada em frente ao museu do jogador em Funchal, capital da ilha da Madeira (Portugal), na terça-feira (20). O suspeito filmou a ação e compartilhou o vídeo em suas redes sociais, sendo posteriormente identificado e interceptado pela polícia local.

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Nas imagens, é possível ver o indivíduo jogando um líquido inflamável na estátua e ateando fogo com um isqueiro. Em seguida, ele toca música em uma caixa de som, dança e faz gestos ofensivos. O fogo consumiu-se em poucos segundos e, aparentemente, não causou danos estruturais à escultura.

A Polícia de Segurança Pública (PSP) da Madeira agiu rapidamente após receber informações do público e conseguiu localizar o suspeito ainda no mesmo dia. Em comunicado, a corporação informou que, “em articulação com a Autoridade de Saúde”, expediu um “mandado de encaminhamento para a emergência psiquiátrica”, que foi cumprido imediatamente.

Segundo fontes policiais citadas pela imprensa portuguesa, o homem “é conhecido no Funchal por situações semelhantes” de descontrole emocional. Em suas redes sociais, ele se identificou como morador da Madeira e afirmou que a ação seria “o último aviso de Deus” para Cristiano Ronaldo, fazendo diversas menções religiosas e demonstrando claro desequilíbrio psicológico.

A polícia não informou se o indivíduo foi formalmente detido ou fichado, destacando que a intervenção priorizou a integridade física dele e de terceiros. Até o momento, Cristiano Ronaldo não se manifestou publicamente sobre o ocorrido.

A estátua atacada fica próxima ao Museu CR7, espaço idealizado e mantido pelo jogador em sua cidade natal. Apesar do incidente, o museu segue funcionando normalmente.

 

 

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 Conselho de Veterinária alerta para doença que afeta gatos

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo alerta para o aumento de casos de esporotricose animal na cidade. A doença causada por fungos do gênero Sporothrix é considerada preocupante e "já representa um impacto significativo na saúde animal e humana". 

Os fungos afetam principalmente os gatos, pois são bem adaptados à temperatura corporal da espécie, considerada chave para a cadeia de transmissão. A esporotricose é um risco para animais soltos, sendo considerada como "um dos principais desafios sanitários urbanos relacionados a zoonoses no Brasil", informa o conselho, que editou norma técnica para os profissionais paulistas. 

“Os gatos contraem a doença por inoculação traumática, seja pelo contato com solo – ao cavar – com espinhos, lascas de madeira ou matéria orgânica contaminados, seja pelo contato direto com outros animais doentes, principalmente durante brigas, arranhões e mordeduras, ou, ainda, pelo contato com secreções de lesões cutâneas, considerada a principal via de contaminação”, informa a coordenadora técnica médica-veterinária do conselho, Carla Maria Figueiredo de Carvalho.

A doença é observada em todas as regiões do país, com maior incidência nos estados do Sul e Sudeste. Há transmissão entre animais domésticos e selvagens e com transmissão de cerca de mil casos por ano para humanos, e tem avançado continuamente desde 2011 em território paulista, se espalhando por municípios da Região Metropolitana e do litoral.

Entre 2022 e 2023, o número de casos confirmados de esporotricose animal no estado aumentou de 2.417 para 3.309.

"Apesar desse crescimento, a notificação da doença em animais ainda não é obrigatória na maior parte do território paulista, o que dificulta a mensuração real do problema e o planejamento de estratégias eficazes de controle", explica a nota do conselho.

Com o aumento de casos a variante humana da doença passou a ter notificação compulsória desde o primeiro semestre de 2025, mas suas variantes zoonóticas não o tem. O Projeto de Lei n˚ 707/2025, que tramita na Assembléia Legislativa do estado, propõe tornar obrigatória a notificação de todos os casos suspeitos e confirmados de esporotricose em humanos e animais aos serviços de vigilância epidemiológica estadual. Hoje há orientação para que casos em animais sejam notificados.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo alerta que os sintomas da esporotricose em humanos podem surgir entre poucos dias e até três meses após a infecção.

"Geralmente, a doença se manifesta inicialmente como um pequeno nódulo indolor que, com o tempo, pode aumentar de tamanho e evoluir para uma ferida aberta. As formas clínicas da esporotricose humana dependem do estado imunológico do paciente e da profundidade das lesões, podendo se apresentar de forma cutânea, atingindo a pele, o tecido subcutâneo e o sistema linfático, ou de forma extracutânea, com disseminação para órgãos como pulmões, ossos e articulações”, explica Carla Maria.

O atendimento médico deve ser procurado logo que surjam os primeiros sintomas. Quando não tratada adequadamente, a esporotricose pode evoluir para feridas extensas e formação de nódulos, e pode se disseminar para além da pele em pessoas com imunossupressão, atingindo pulomões, ossos e articulações.

O conselho também alerta para a importância de tratar animais doentes e evitar seu abandono, quebrando a cadeia de infecções. Gatos com sinais suspeitos devem ser avaliados por médico-veterinário e, sempre que possível, submetidos a exames laboratoriais para confirmar o diagnóstico. 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil

 Veja dicas de cuidados com crianças nas férias para evitar acidentes

As mudanças no dia a dia das crianças durante as férias escolares combinam uma rotina mais livre, com novas atividades e menor supervisão direta, trazendo desafios para os pais e responsáveis.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil dão dicas e recomendações simples de cuidados para evitar acidentes em casa ou em outros lugares, durante esta época que começa em meados de dezembro e vai até fevereiro, variando em cada estado e município.

“A gente tem aí esse desafio de entreter as crianças e ocupá-las no período de férias. As famílias acabam entrando em programações onde os pais tiram também suas férias e propõem alguma atividade extra para as crianças. Então, o primeiro desafio é o local onde serão realizadas essas novas atividades para ir ocupando as crianças e para elas se divertirem”, destacou o pediatra e alergista do Hospital Santa Catarina – Paulista, Josemar Lídio de Matos.

De acordo com Matos, a primeira dica é estar atento se os locais escolhidos para a brincadeira oferecem o mínimo de segurança. 

“Se vai a um parquinho diferente, é preciso ver se é um parquinho em que os brinquedos estão conservados, são seguros, se tem um piso que absorve impacto em caso de queda. Se, eventualmente, a família frequentar clubes, hotéis, deve-se averiguar se oferecem sistemas de segurança, como rede nas janelas, proteção de piscinas para que os pequenos não caiam, se a área da piscina está isolada”.

Riscos

Segundo o pediatra, os riscos devem ser medidos conforme a idade da criança. Em crianças de até 3 anos de idade, os principais riscos podem estar até mesmo dentro de casa, como o risco de queda.

“É a queda do sofá, é a queda da cama. A família viaja para uma casa e aí, na hora de dormir, não vai ter o berço da criança. Ela dorme em uma cama mais alta, cai e bate a cabeça. São os traumas”.

Josemar Lídio de Matos cita também os riscos de queimaduras: “O bebê vai lá, puxa alguma coisa, puxa uma panela quente, puxa um prato que está com algo que acabou de sair do forno”.

Às queimaduras, segue-se o risco de intoxicação por ingestão de produtos de limpeza, por exemplo, que não deveriam estar ao alcance da criança.

O pediatra explica que quando se trata de crianças maiores, os mecanismos de trauma são resultantes da própria energia das crianças que se expõem a riscos de queda, por exemplo, ao andar em aparelhos sobre rodas, como bicicletas, skates e patins.

Lídio de Matos recomenda aos pais que fiquem atentos e garantam equipamentos de proteção como capacete, cotoveleiras e joelheiras adequados à idade da criança: “E sempre sob supervisão de um adulto”.

Ao alugar uma residência para passar as férias, os pais têm que verificar se os brinquedos que eventualmente estejam nessa casa são apropriados para a criança e se contêm peças pequenas que oferecem risco de engasgo, por exemplo.

“Se tiver um playground, deve-se verificar que brinquedos são aqueles, se estão bem conservados, se não têm risco de a criança escorregar, de o brinquedo quebrar enquanto ela estiver brincando e cair”.

O pediatra também alerta para os riscos de afogamento em locais com piscina ou praia. Nesse sentido, ele recomenda checar se há proteção sobre a piscina e que os pequenos não acessem esses locais sem supervisão de um adulto. 

A pediatra Patricia Rolli, que também trabalha no Hospital Santa Catarina, chama a atenção para a importância de os pais estarem atentos, já que basta um segundo de distração para um potencial risco aos pequenos. 

“O acidente acontece em segundos. Basta um instante de desatenção para que a criança fique em perigo”. 

Diálogo

Para as crianças maiores, a orientação do pediatra Lídio de Matos é que os pais estimulem sempre o diálogo. Assim, ao programar um passeio no shopping, por exemplo, é importante explicar para os pequenos os riscos de se perder dos pais, e como proceder nessas situações: procurar um adulto confiável, explicar a situação e pedir ajuda. “Esse hábito cotidiano deve ser posto em prática nas férias, porque é uma coisa que foge da rotina.”

“Quando os adultos seguem regras de segurança no trânsito e na hora do lazer, as crianças reproduzem esse comportamento naturalmente. Ensinar como agir em situações de risco, como pedir ajuda, reconhecer perigos e memorizar números de emergência, também contribui para uma rotina mais segura”, lembra a pediatra Patricia Rolli.

Como as crianças vão fazer atividades diferentes das habituais e, muitas vezes, em locais diferentes, os pais já devem incutir nos filhos algumas regras de segurança. “Por exemplo, a família chegou na praia. Deve-se ensinar a criança a entender as sinalizações dos guarda-vidas sobre o mar. E o adulto também não pode desobedecer a placa. Isso ajuda bastante. É o adulto dando o exemplo”, salientou Josemar de Matos.

Outra recomendação é dar dicas de localização para a criança, pedir que não se distancie muito do local escolhido e mostrar pontos de referência claros.

Uma dica da pediatra Patrícia Rolli é escolher roupas chamativas para as crianças ao se frequentar locais com muita gente. “Uma criança com uma roupa em um tom pastel meio que se apaga na água, na areia. É muito mais difícil de o adulto localizar à distância, de estar monitorando o tempo inteiro onde está essa criança”. Daí, a importância de sempre usar cores bem fortes e chamativas nas crianças, para que elas estejam sempre no radar do adulto responsável.

 

 

 

 

 

 

 

Por - Agência Brasil